
As coisas às vezes parecem simples, mas isto, porque não podemos medir a extensão de um sentimento.
As coisas às vezes parecem grandes, mas isto, porque não temos noção de tamanho de um amor.
As coisas às vezes parecem chatas, mas isto, porque não sabemos enganar o coração.
Assim sigo neste aBUNDante dilema entre a razão e o sentimento, sinto o desvairar de meus medos confrontando minhas certezas. Acredito que ignorar seja uma forma racional de enfrentar meus pesadelos. Nem sempre vejo sinceridade nos meus reflexos, mas não duvido das minhas honestas sombras de incertezas. No fim, vejo uma grande mania de tentar remediar o irremediável, compor a peça perdida de um quebra-cabeça não definido. Bem no fundo, percebo que, bem no fundo mesmo, não há luz, e sim a aBUNDAnte escuridão, repudiando minha insistente tentativa de reergui a leve esperança de conquistar minha insegura força de vencer.
Bom, assim são o medo e a coragem, como irmãos siameses, dependendo um do outro, mas querendo egoistamente abandonar o outro e ser apenas um.
As coisas às vezes parecem certas, mas isto, porque não temos noção do certo ou errado em relação à emoção e a razão.
As coisas às vezes parecem infinitas, mas isto, porque não definimos o início e o fim de coisas que radiam de nossos pensamentos.
Assim é a aBUNDAncia das incertas certezas que encontramos presas em nós.
AbundaNCIA....
Nenhum comentário:
Postar um comentário